Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Factor XXX

 

É sabido que o fruto proibido é o mais apetecido, mas os critérios que tornam o fruto proibido, variam de pessoa para pessoa.
No sexo, há inúmeros frutos proibidos... e parece-me que, ao contrário de outros contextos, há um critério comum nestes frutos: pudor!
A origem destes frutos estará, muitas vezes, relacionado com a indústria pornográfica. "Será que posso fazer aquilo?"; "Será que ele gosta daquilo?"; "Quem me dera que me fizessem aquilo!"... etc e tal. Normalmente estas coisas que vemos são rapidamente conotadas de nojentas e desnecessárias, como que dizendo "Haaa! Eu não preciso disso, nem nunca tive curiosidade!".

Acredito que cada qual terá as suas convicções, e canta o que lhe parecer melhor... mas aposto que lá no fundo, se se lhe for proibido algo, a coisa muda de figura. Começo com um exemplo simples e fácil de extrapolar: imaginemos um casal. Ela detesta que lhe façam sexo oral. Acha um nojo! Até aqui tudo bem. Ele naturalmente respeita. Mas o factor de que é-lhe proibido "fazer" algo, deve resultar numa excitação sempre que julga haver a hipótese de o poder fazer! Não precisa, é certo (e provavelmente é melhor assim), mas as relações deles devem ter um sabor bem aprimorado... só porque não se pode fazer aquilo. O sexo oral, está cada vez mais aceite e vulgarizado como um acto perfeitamente normal... mas para aquele indivíduo, naqueles momentos, é algo de extraordinário!! E ganha ele e... por tabela, ela!

Usei este exemplo, porque o sexo oral é algo muito acessível, e acho interessante que o facto de o tornar proibido, faz dele algo absolutamente excitante... só de pensar!
Como este, e agora adaptando aos pudores mais fortes: ejacular na boca ou enfiar um dedo no ânus do parceiro, são experiências que se baseiam em frutos proibidos - que bem observados... nada terão de especial ou mágico! Só pudor.


Ora, se por um lado condeno o pudor desmesurado, por outro fico contente que haja pudor pois este é libertador para a libido. Já alguma vez pararam para pensar naquilo que seriam capaz de experimentar/fazer e quais os vossos limites? Qual é o vosso factor XXX?
 

AlfmaniaK

sinto-me: Sodomizador
música: Eels - Novocaine for The Soul
publicado por AlfmaniaK às 02:08
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Sexo com humor

Fazer sexo é bom! Com amor, ainda melhor... e com humor?
A intimidade durante o acto sexual pressupõe alguma seriedade, portanto o humor parece não ter espaço, porém o mesmo acto pressupõe ser divertido.

 

Confesso que me faz espécie o sexo com diversão acrescida do parceiro, ou seja: quando este se ri (ei. uma boa gargalhada) de forma saudável!
Acho que me faz espécie porque o esperado são gemidos de prazer, gestos de ternura e/ou cenas com alguma conotação lamechas (mimos) bem sexuais. Não espero que haja uma "gargalhada", reflexo de alguma tirada ou piropo bem divertido, porque se era um piropo conscientemente engraçado, a ideia não é rir, mas colocar uma pitada de bom humor e, consequentemente, boa disposição.

Enfim, o certo é que a gargalhada - se exagerada - mata o ambiente. Não é uma regra, mas dependendo do estado de espírito, pode contribuir para um esforço sôfrego na performance. Como exemplo, dou a minha experiência, na qual é recorrente nos preliminares haver uma resposta, digamos, demasiada divertida. Se por um lado gosto, por outro fico com a ideia que "ela" não está nem aí para o sexo. Bom, isto não se aplica, se também estiver claramente divertido, óbvio!

 

Seja como for, se houver quem se incomode com estas coisas, parece-me que não é conversa nem expõe a sua posição. Consequentemente, parece que os parceiros ignoram se incomoda ou não. E depois lembro-me de casos possíveis em que o parceiro desata a rir porque se lembrou de algum disparate, rindo-se de forma involuntária durante o acto.  Já para não falar dos orgasmos acompanhados de valentes gargalhadas... porque não se consegue evitar. E isto parece-me ser a gota d'água! Ou há seriedade e rigor, ou então mais vale brincar com a mão... estou a fazer birra, não estou?

AlfmaniaK

sinto-me: Crap!
publicado por AlfmaniaK às 10:53
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

O Swing segundo um leigo

 

Parece discutível... mas não tem razão de o ser! O Swing é sexo entre casais. Ponto!
Sejamos pragmáticos e todos concordamos que o Swing envolve o dito "sexo consentido", se não concordarmos aqui, nunca iremos além das teorias de infidelidade.
Posto isto, que se fale do swing.

Já se escreveu aqui sobre o tema, mas a coisa girou à volta do grau de confiança na relação. Houve alturas em que acreditei que o Swing seria uma das expressões máximas da confiança entre um casal assumido. Mas, quando comecei a pensar em escrever sobre o assunto,

Conspirei uma excelente equação, para me orientar:

curiosidade + monotonia + desejar / sexo x aventura = potencial candidato Swinger

Ora isto revela que o swing é sexo. Em nada terá a ver com o confiar, o ter uma relação capaz ou de se saber distinguir amor de sexo como ninguém!

Swing é envolver-se com outras pessoas, e saber divertir-se com isso. Aceitar o prazer que o sexo pode dar e viver com isso! Curiosamente, com um enorme sorriso nos lábios e a inveja reprimida dos que os condenam.
E isto é discutível? Não me parece. O Swing, é uma prática saudável de bom sexo (com os cuidados inerentes, claro), apenas custa-me acreditar que a confiança seja o fruto podre do Swing, porque só não se dá bem com o Swing quem... lá está: ou não tem curiosidade sexual, ou a monotonia sexual é um must e o sentir-se desejado nunca lhe fez falta. Já a nível sexual, o melhor é nem comentar... e o seu lado aventureiro mete dó ao pai do Indiana Jones!

Se a confiança fosse o elo mais importante para se sobreviver ao Swing, então ter amantes e jurar amor eterno ao companheiro seria suficiente, mas isto parece-me impossível.


Eu não condeno o Swing. Se era capaz de experimentar? Porque não... afinal é sexo, e eu gosto. Tu não?
 

AlfmaniaK

sinto-me: mudo...
música: Muse - Blackout
publicado por AlfmaniaK às 03:04
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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Geme... geme que eu gosto! Mas baixinho!

é quando apetece e não dá!

 

Qual é a coisa, qual é ela, que não é tabu mas ninguém fala nela?
Exactamente! Era nisso mesmo que estava a pensar...


Quando os papás estão no truca-truca e são apanhados em flagrante!

 

Claro que posso começar por quando nós apanhamos os nossos papás nessa coisa do truca-truca!
Quase todos já ouviram os pais no bem bom. Em algum momento da nossa vida, lá os conseguimos ouvir, ou pelo menos temos reminiscências na memória de os ter topado alguma vez!
Provavelmente, até comentamos isso com amigos, enquanto jovens... porém, depois de crescidos, chega a nossa vez! E vai daí... sexo em casa, com menores a dormir, passa a ser um filme muito giro. Controlar os gemidos. Evitar dar estocadas com força - porque, ao contrário dos outros dias, a cama faz um barulho infernal -, aguentar-se naqueles momentos em que se está mesmo, mesmo afim...e não pode ser, enfim, faz-se de tudo para "tentar" não ser topado.


Acredito que todos, ou grande maioria, passa por este tipo de autocontrolo, e prova disso é a forma como falamos entre amigos o bom que vai saber o tal fim-de-semana sem os miúdos!
Mas vamos elevar a parada: E ser-se apanhado em flagrante pelos miúdos? Upa upa! Disto parece ninguém falar, e custa-me acreditar que não aconteça!
Como é que se lida com isto? E a idade das crianças, permite explicar?
Enfim... coisas que não são tão tabu como fazer strip por webcam, mas vai daí... ninguém fala disso. Será que é assim, tão... constrangedor?

Ou será que há quem consiga falar nisso?

 

 

AlfmaniaK

sinto-me: Tabu?
publicado por AlfmaniaK às 23:22
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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

Querido? Queres vibrar comigo?

"Vamos lá falar daquela prenda que tanto queremos oferecer a ela, mas que dito da boca para fora parece mal!"

 

Quem come quem?

 

  Ora então espero que tenha sido um Natal à maneira, e que tenha sido uma excelente oportunidade para oferecer um brinquedo bem adulto - acho.
Não sei como é com os outros, mas chegada a esta altura fico sempre muito atrapalhado em decidir o que oferecer à minha cara metade.
Strap-ons, bolas, anéis, latex, dildos ou vibradores, sejam mini, realísticos, jelly, hi-tech, crystal, ponto-g ou tradicionais, etc... sejamos justos, brinquedos para ajudar à festa não faltam! Quanto muito falta coragem para aceitar aquele lado mais perverso e aceitar o prazer tal como ele é!
 Mas como dizia, tenho sérias dificuldades em saber o que escolher, e para que efeitos. Quero com isto discutir o bom uso destes brinquedos... na vida a dois!

 Há muitos brinquedos, e no meu entender quase todos são muito egoístas! Parece que são para uso individual. Mas reconheço a fantástica vantagem que a sua utilização pode ter quando introduzido no meio de uma relação, ou queca - como quiserem!
 Ora, esta utilização levanta muitas questões - naturalmente relacionadas com uma possível sensação de insegurança masculina - se por um lado, é divertido, não existe um risco de se sentir substituído? E se o brinquedo for maior? E se elas gostam da dita DP? Será o brinquedo suficiente?... e se, glup, nós gostarmos do brinquedo?

 Claro que destas perguntas, não se esperam respostas sensatas, porém são úteis para, de forma simples, levar a pensar nas formas como um brinquedo pode ser utilizado no meio de dois brincalhões. O potencial da sua estimulação é algo de gigantesco... e com pouquíssimo esforço! ^^
 Mas recuando um pouco, para mim são brinquedos, sugestivamente, egoístas. Mas eu gosto de pensar que o seu uso no antes, durante e... durante, têm o seu espaço bem merecido. Isto porque penso que o factor brinquedo ajuda, e muito, na desinibição. A perspectiva ordinário do seu uso, no meio de uma relação ou coiso, vá, funciona como um "se é para brincar, então não faz mal..." e vai daí, todos se deixam levar pelas mais ousadas "brincadeiras" - com os seus limites, mas sempre alargados!


 Não vou entrar numa redundância argumentativa e cliché de que vale a pena, e que acho que se deve experimentar, porque assumo que, ou já experimentaram, ou que já imaginaram o filme na cabeça. E é aqui que pergunto: Vale a pena? É um investimento ou é um desperdício? ...e é mais giro com, ou sem brinquedo?
E agora só para elas: Imaginam-se com um strap-on? E agora só para eles: deixavam?
Ui que audácia!

AlfmaniaK
PS: Para a próxima falamos de algemas, sempre é mais passivo!

sinto-me: Vibrante?
publicado por AlfmaniaK às 00:37
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Sábado, 18 de Outubro de 2008

Sexo: Sempre ou nem por isso?

Closed!

 

 

 

Quanto tempo conseguimos viver sem sexo? E o conceito "viver" não é um eufemismo!
Pessoalmente fico doido se pensar que vou ter um período de abstinência forçado... mas isto sou eu, cujo record de abstinência após a "1ª vez" está na ordem das quatro semanas... e isto porque fui pai! Em todo o caso, foi uma tortura.

Coloco esta pergunta porque desconheço quanto é que uma pessoa "aguenta" sem sexo, já que não tenho noção realista da coisa. Já ouvi pessoas falarem em 3 anos (e não acreditei)... mas depois lá entendi que de facto, isso pode acontecer.

Consequentemente pensei se por estar tanto tempo sem... enfim... coiso, se a pessoa se deixa ficar mais receptiva a qualquer peixe que caia na rede! Principalmente no que toca ao sexo feminino. Actualmente não será aplicável a muitas mulherzinhas, mas ainda as há que fazem questão de escolher. E fico com a dúvida, se dadas as curvas da vida, ficar muuuuito tempo sem... enfim... coiso, se fica receptiva a qualquer... enfim... coisa!

E além disto, outras questões se levantam... a abstinência forçada e a infidelidade? As bonitas greves de sexo? Como é? E os tímidos ou menos corajosos, como se safam?

Então pergunto: Quanto tempo se "consegue viver" sem sexo, e se durante esse período de seca, o conceito "open minded" não ganha um novo fôlego, permitindo ao visado/a a aceitar saciar a fome com um ou uma qualquer?

Claro que parto do princípio que não estou a perguntar a assexuados em potência!

sinto-me: Ignorante
publicado por AlfmaniaK às 03:33
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Não importa... o tanas!

Que se destaque o tamanho... das mãos!

David de Michelangelo

Preâmbulo:

Tu que me lês: o que falo do meu falo é meramente hipotético. Quando considerares ou extrapolares as medidas do meu falo, fá-lo com o distanciamento devido à analogia de um falo perto de ti!

 

Sou homem. Enquanto homem sempre temi que as dimensões da minha masculinidade não fossem as melhores. No entanto, este preconceito dissipou-se, antes dos meus verdes anos, quando ouvi uma fulana, amiga, e dada a muitas cambalhotas, dizer: “O que importa não é o tamanho da varinha de condão, mas a magia nela contida”.

Para bem dos meus receios tomei aquilo por uma verdade suprema. Desde então aos meus olhos, a minha masculinidade tinha uma dimensão fabulosa, pois magia num puto adolescente há várias vezes ao dia!

 

Cresci!

O certo é que continuei a ouvir a mesma coisa ao longo dos tempos. Conversas cruzadas, experiências partilhadas, aventuras caladas... e o mote é sempre o mesmo: o tamanho não importa!

Vejamos uma coisa: eu não sou parvo! Mas não importa o quê?

Porque é que é do interesse do homem que a – sejamos bonitos e fofos – vulva seja apertadinha? Porque o sexo, daquele sem marca, resulta de uma boa fricção. O comprimento até pode ser desagradável para algumas e para outras nem por isso, mas um pénis grosso é de todo importante! E se não é, corrijam-me a ignorância! É que se, por ventura, tentar usar um dedo no lugar do pénis, sem recorrer às suas articulações e genica, duvido que haja alguém que se maravilhe! Como se não bastasse, ainda se fala nos tamanhos dos seios como se fosse possível comparar os efeitos. O tamanho visual é consideravelmente passivo no acto!

A cópula depende em muito da fricção, do calor, da humidade... do contacto possessivo! A magia é para encher... o que a penetração/fricção não preenche (e aqui sim, os dedos são varinhas de condão)!

 

Portanto não me atirem com disparates como “o tamanho não importa”. Não é uma coisa relativa porque, a meu ver, importa para os dois – ou mais... depende. E quanto mais depressa se reconhecer o tamanho, mais depressa nos tornamos nuns Merlins na cama!

 

AlfmaniaK

 

sinto-me: Sem tabus...
música: Gilette - Short dick man
publicado por AlfmaniaK às 23:00
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Relações modernas?

 

Balde de água fria...?

 

...e era uma vez:



- Bom dia!
- Mmmmmmm! - murmura ele deitado.
- Vá levanta-te... ou deixei-te de rastos?
- Estavas muito animada ontem à noite.... sabes que te adoro?
- Parvo!... Claro que sei. [beijo] Vá lá, eu tenho que ir ter com ele, senão começa a estranhar.
- Sempre vais ter com ele?
- Sim!
- Pensei que ficavas aqui comigo...
- Opá! Não me venhas com essa conversa outra vez. Tu sabes que eu gosto é de ti.

 

Ela vai tomar um duche. Ele fica a remoer na cama... olhando para o tecto... (idiota).
Levanta-se e vai ao encontro dela no duche.

- Porque não ficas mais um bocadinho comigo?
- Já te disse que ele está à minha espera. Se me atraso ele pode desconfiar... - volta-se para ele - e tu sabes que eu não quero que ele descubra o que há entre nós!
- Não me olhes com esses olhos... senão como-te!

 

Sexo, sexo... mais sexo... e um bocadinho de amor, depois.

 

- Vou andando. Ele já deve estar no café. Logo estás por aí?
- Sim.
- Ok! - [beijo] - Amo-te muito!
-...eu também

Quando ela ia sair, ele chama-a:
- Olha que começo a ficar farto desta vida.
- Não sejas parvo.
- Se soubesse que seria sempre assim, não me teria casado contigo!
- Quando nos casámos, já sabias que seria cada um com as suas relações... não tenhas medo... o Tiago é só uma diversão, tal como é a tua Carla, a Sílvia e as outras... [beijo]

- Está bem, está bem... vai lá... diverte-te! Olha, no próximo fim de semana, vou estar com a Sílvia. Não te importas?
- Não... claro que não!
Ela suspira e sai. Ele suspira e fica...

 

 


 

É impressão minha, ou as relações são cada vez mais estranhas e, assumidamente, mais sexuais que antigamente?

 

AlfmaniaK

publicado por AlfmaniaK às 00:05
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