Terça-feira, 24 de Março de 2009

TRÊS NA CAMA

 

 

Não olhes para mim dessa maneira, como se pretendesses incutir-me alguma culpa, algum remorso. Não fui eu que abri as portas da relação, não fui eu que me queixei da rotina, não fui eu que disse que 3 era um número mágico, que uma outra mulher na nossa cama só viria apimentar a nossa vida sexual.

Aceitei, com medo de te perder. Mais valia partilhar-te na nossa cama do que ficar sozinha a imaginar-te na cama com outras.

A ansiedade paralisou-me nos dias que precederam o encontro a 3, vi-me como um mero acessório inútil no meio da vossa volúpia, a amante de sempre que tu já conhecias bem demais e da qual estavas farto, um brinquedo descartável sem luxúria para te surpreender, sem faísca para te incendiar.

Afinal a surpresa foi minha. A outra veio desbloquear toda a sensualidade que estava presa dentro de mim e nem eu própria conhecia. Perdi-me de mim mesma no ardor de te possuir e de te partilhar, no prazer escaldante de me entregar a ti e a ela e nem saber qual dos dois me excitava mais, até acabarmos todos esgotados em cima dos lençóis húmidos.

Tinhas razão, tínhamos caído na rotina e eu contentava-me com pouco.

Tinhas razão, podemos ter muito mais prazer a 3.

Tinhas razão, por isso não me olhes com esse ar chocado e ofendido. Tu é que mudaste as regras do jogo e me mostraste o que é bom sexo.

Agora quero a desforra. Desta vez sou eu que escolho e quero um homem. Afinal parece que lamentas eu ter perdido os meus tabus. Ou o privilégio da escolha era só teu?

Já não sinto ansiedade mas expectativa. Vocês vão disputar-me e o fogo que me corre nas veias diz-me que chego bem para os dois.

Não me sinto culpada e tu não tens o direito de te sentir traído.

 

 

publicado por Pandora às 23:59
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

O Swing segundo um leigo

 

Parece discutível... mas não tem razão de o ser! O Swing é sexo entre casais. Ponto!
Sejamos pragmáticos e todos concordamos que o Swing envolve o dito "sexo consentido", se não concordarmos aqui, nunca iremos além das teorias de infidelidade.
Posto isto, que se fale do swing.

Já se escreveu aqui sobre o tema, mas a coisa girou à volta do grau de confiança na relação. Houve alturas em que acreditei que o Swing seria uma das expressões máximas da confiança entre um casal assumido. Mas, quando comecei a pensar em escrever sobre o assunto,

Conspirei uma excelente equação, para me orientar:

curiosidade + monotonia + desejar / sexo x aventura = potencial candidato Swinger

Ora isto revela que o swing é sexo. Em nada terá a ver com o confiar, o ter uma relação capaz ou de se saber distinguir amor de sexo como ninguém!

Swing é envolver-se com outras pessoas, e saber divertir-se com isso. Aceitar o prazer que o sexo pode dar e viver com isso! Curiosamente, com um enorme sorriso nos lábios e a inveja reprimida dos que os condenam.
E isto é discutível? Não me parece. O Swing, é uma prática saudável de bom sexo (com os cuidados inerentes, claro), apenas custa-me acreditar que a confiança seja o fruto podre do Swing, porque só não se dá bem com o Swing quem... lá está: ou não tem curiosidade sexual, ou a monotonia sexual é um must e o sentir-se desejado nunca lhe fez falta. Já a nível sexual, o melhor é nem comentar... e o seu lado aventureiro mete dó ao pai do Indiana Jones!

Se a confiança fosse o elo mais importante para se sobreviver ao Swing, então ter amantes e jurar amor eterno ao companheiro seria suficiente, mas isto parece-me impossível.


Eu não condeno o Swing. Se era capaz de experimentar? Porque não... afinal é sexo, e eu gosto. Tu não?
 

AlfmaniaK

sinto-me: mudo...
música: Muse - Blackout
publicado por AlfmaniaK às 03:04
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

VENDE-SE VIRGINDADE

http://www.nossanoite.com.br/divadomasini/fotos/cinto%20de%20castidade.jpg

 

 

A notícia da semana foi o leilão da virgindade da Natalie.
E nós a pensarmos que vivemos numa sociedade toda liberal e permissiva, em que só as velhas, as beatas e os trogloditas ainda atribuíam um valor sagrado à virgindade!
Neste caso o critério foi mais financeiro que sagrado! O leilão da virgindade parece-me pura prostituição, e bem cara!
Que se passa? Era a última virgem do planeta? A virgindade voltou a estar na moda ou nunca saiu?
Já ouvi dizer que uma intervenção cirúrgica muito popular na América é as esposas fazerem a reconstrução do hímen para oferecer ao marido como prenda de aniversário. Portanto, cá está a virgindade novamente muito valorizada.
Hoje em dia o sexo tornou-se um assunto banal, toda a gente acha natural dar umas quecas a torto e a direito, e quem se dedicar à castidade é choca, fanática religiosa, traumatizada, anormal, impotente ou gay não assumido.
Homem ou mulher que seja imaculado de casos com o sexo oposto acaba com uma etiqueta destas, a menos que seja padre ou freira…
Esta vida são dois dias e é preciso gozar enquanto se pode e assumir a sexualidade sem tabus, como um acto natural e tal e coisa.
Depois vem a donzela vender a sua virgindade e oferecem-lhe 3,8 milhões de dólares (2,87 milhões de euros), e as cotas voltam a pôr o selo para oferecer ao marido… Isto faz sentido?
Estamos rodeados de contradições. Afinal qual é o valor da virgindade? É um conceito moral antiquado ou um tesouro sem preço?
E se a rapariga não for virgem, é oferecida? Sinceramente, que tipo de relacionamento saudável pode ter como requisito essencial a virgindade? Ou o que interessa para o macho é só marcar mais um escalpe no cinto?
 
 

 

publicado por Pandora às 18:24
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

PERDER OS 3

 

 

 

Sempre tive curiosidade em saber porque diabo se fala de tirar os 3!
Que 3 é que a mulher perde ao fazer sexo?
Houve quem me dissesse que significava que a mulher tinha praticado sexo vaginal, anal e oral, 3 tipos de quecas. Daí os 3.
Fiquei sempre na dúvida. Claro que quando se diz que uma fulana perdeu os 3, não se vai averiguar que tipo de actos praticou! Terá perdido só um ou dois?...
Ora também é interessante saber que a mulher que praticar todo o tipo de sexo por todos os orifícios menos a vulgar pinocada vaginal, é considerada virgem. Imaginem só a fulana fartinha de fazer br***es e de levar no rabinho, a jurar ao namorado que é virgem e que pode provar que ainda tem os famosos 3! Esta é boa, não é?
Mas volto a perguntar, então afinal o que são os 3 que estão apenas associados à ruptura do hímen?
Bom, depois de um estudo apurado consegui descobrir que a expressão se refere ao preço de 3 vinténs que se pagava, a partir do séc. XVI, para desflorar as escravas virgens vindas de África.
Elas perdiam a virgindade, mas afinal quem as papava é que perdia os 3 vinténs! Saíam consolados, mas ELES é que perdiam os 3, ora essa!
Ou conhecem outras interpretações desta expressão?
 
PANDORA

 

 

publicado por Pandora às 11:52
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009

RECORDE DE ORGASMOS

 

 

 

 

Como prometido, vou prosseguir com mais uma questão abordada no programa Conselhos de Sue , e à qual ela não conseguiu responder.

Sem dúvida que a questão era caricata! Uma rapariga contava que num dia em que estava no emprego com uma crise de choro devido a problemas no trabalho, enquanto andava de um lado para o outro em pranto, teve um orgasmo. Assim, sem mais nem menos!
Por mais que a terapeuta tentasse esclarecer a situação, perguntando se alguém a estava a tentar acalmar, ou a acariciar, ela respondia a tudo que não, que só andava às voltas chorando e protestando até que sem perceber porquê, atingiu o orgasmo.
Ora há tantas mulheres que se esforçam tanto por o atingir, e esta atinge-o com uma crise de nervos! Não houve explicação para o assunto.
Claro que ela estaria agitada e descontrolada, com os nervos em franja e as emoções à flor da pele, mas isto não é normal! Senão, digam lá senhoras, se quando vocês se irritam e choram desatam a ter orgasmos! Era uma festa, até nos chateávamos mais vezes, ora essa! Sempre tinha a sua compensação!
Quem é que já ouviu falar em histórias semelhantes? Melhor, quem é que sabe explicar as razões destes orgasmos fora do contexto?
 
E agora só por curiosidade, esta notícia que vem mesmo a calhar. Atenção às consequências, também não convém abusar! 
 
"Mulher bate recorde de orgasmos nos EUA"

Uma mulher de 28 anos bateu o recorde de orgasmos consecutivos ontém, no estado de Harward, EUA.

O teste foi realizado na Universidade Federal de Harward. Acompanhada por uma equipe médica, e com o auxílio de aparelhos, Mayra teve 102 orgasmos seguidos, quando estimulada no clitóris; o recorde anterior era de 81, obtido por uma polonesa em 1998.

De acordo com o resultado, os médicos poderão definir os fenómenos do Orgasmo feminino. "Os resultados foram impressionantes" Declarou Jhon Berdway porta-voz da equipe médica que acompanhou o teste.

De acordo com a equipe médica, o intenso orgasmo obtido por Mayra, não poderia ser obtido através do sexo normal com um homem.

O teste também teve suas consequências negativas: Após o 50° orgasmo, a mulher perdeu totalmente os movimentos das pernas." 

 

publicado por Pandora às 23:33
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Na variedade é que está o sabor?

Ele ou ela?

 

Nos meus tempos de aluno do IST, quando saia para os lados do Arco do Cego, lá estavam elas, de dia eram as senhoras dentro dos carros em paciente espera, no inicio da noite eram as miúdas com ar de ressaca que paravam na borda do passeio em espera que algum carro parasse a tempo da próxima dose. Por volta da meia noite chegavam elas, saltos de agulha, roupas justas que mais que esconder mostravam corpos torneados e pernas longas. De longe, e muitas vezes de perto, são o sonho da maioria dos homens, corpos jovens e esguios.

Um dia ia a passar e duas delas conversavam, acho que foi a primeira vez que reparei, aquela voz não condizia com aquele corpo, uma voz máscula num corpo feminino, fiquei chocado e de boca aberta. Um carro parou, um homem só, 1 minuto de conversa e ela/ele entrou, a outra esperou pelo carro seguinte, mais um minuto de conversa e lá foi. Carros de alta cilindrada que há prazeres só ao alcance de alguns

Se dermos uma volta pelas páginas de relatos que abundam pela internet, vemos que absolutamente todos os relatos de transexuais que encontramos envolvem relações com homens, muitos deles heterossexuais, alguns bissexuais, mas raramente gays.

Existe a ideia generalizada que quem procura os serviços dos transexuais são os gays, penso que é uma ideia errada, quem os procura são heterossexuais, muitos deles felizmente  casados, vão à procura de quê?

Vivemos numa sociedade de mentalidades cada vez mais abertas, cada vez mais queremos experimentar novas coisas, novas sensações, viver a vida. O desejo de experimentar leva-nos mais longe, mais alto, mais rápido, mas também nos leva a novas sensações, a novas drogas, ..e claro, a novas experiências sexuais. É por isso que elas/eles tem clientes, porque cada vez mais nos deixamos levar pela imaginação a nível sexual.. e a imaginação, é algo que não tem limites.... e dizem por aí, que na variedade é que está o sabor....será?

Nai.

publicado por naiguata às 23:57
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

O PRAZER DO PECADO

(Imagem retirada da internet)

 

 

Uma empregada lá do escritório tem a mania de fazer confidências que ninguém lhe pediu sobre a sua vida íntima, o que pelo menos me dá assunto para este post.
As suas queixas sobre o sexo masculino e o marido em particular são as seguintes:
 
“Os homens? Nem que lhes morra alguém perdem a tesão! Isso é que era bom! Ando eu aqui tão mal, doente, ou mal da cabeça, ou triste que tenho boas razões para isso, e ele atrás de mim como um cão! As dores deles curam-se com uma queca! Eles querem lá saber como estamos, só lhes interessa que a gente abra as pernas! E eu, farta daquela marcação cerrada, acabo por lhe dizer ‘Pronto, queres sexo, não queres? Então despacha-te lá depressa que eu tenho mais que fazer!’ E depois fico livre por uma semana, pronto.”
 
Concordem que, embora oculta, esta deve ser a realidade de muitos homens e mulheres, por culpa de ambos.
Ainda deve haver muitos trogloditas que correspondam àquela descrição, homens brutos, insensíveis e egoístas, que não se interessam pelo prazer e pela reciprocidade de sentimentos da companheira e só querem aviar o servicinho.
Além de influências culturais e familiares típicas do padrão do garanhão, provavelmente quem os habituou mal foram elas, as esposas sacrificadas.
Pela doutrina da Igreja, o prazer sempre lhes esteve vedado, era próprio das “putas”. A mulher tinha por missão ser mãe e boa dona de casa, organizando o lar em função do marido e dos filhos. Furtar-se aos deveres conjugais era um pecado a redimir através de confissão. A submissão estava implícita no casamento, o marido era o dono e senhor.
E o que interessa é ter um homem, manter as aparências, faz parte do status.
Apesar de tudo isto estar ultrapassado, quantos preconceitos destes não existirão ainda na cabeça de muitas mulheres pouco evoluídas, de baixo nível social, muito limitadas pela educação tradicional e por meios urbanos sufocantes?
 
Ora se elas lhes dão o direito de exigir sexo sem a contrapartida do desejo, do prazer, da intimidade, o cavaleiro monta e desmonta num instante, sem ter que se esforçar, usando-as apenas como cavalgaduras. E as criaturas apenas pensam que assim os seguram de forma a não irem procurar outras.
Mas a verdade é que se eles tiverem sorte, acabam por provar o bem-bom, e depois é que são elas!

 

publicado por Pandora às 14:49
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

SER A OUTRA

só


Ela é divorciada, na casa dos 30. Ele tem mais ou menos a mesma idade, é casado há anos e  relativamente feliz. Conheceram-se um dia por acaso, pouco a pouco foram partilhando  sentimentos, e por fim a intimidade tornou-se em partilha sexual e de afectos.

Ela preencheu a solidão da sua vida com a presença e o carinho que ele lhe dispensava, quando estava com ele sentia-se uma rainha. Nos momentos íntimos transformava-se num prodígio de erotismo e imaginação, e ele sentia-se realizado, tinha encontrado o complemento ideal para a sua vida de casado, com ela obtinha tudo aquilo que não era capaz de pedir em casa, porque com ela tudo era permitido, sem complexos nem tabus.

Gradualmente ela foi  sonhando ocupar mais espaço na vida dele, as conversas telefónicas que tanto a preenchiam passaram a deixar um vazio quando se despedia com aquele até amanhã, os cafés tomados à pressa no fim da tarde deixaram de ser uma agradável rotina quando o beijo fugaz da despedida lhe sabia a pouco, e ela ficava sozinha e a sentir-se culpada e vazia.

Tinham falado sobre isso logo que a intimidade se instalou, ele não queria que ela se sentisse a outra, mas ela apenas sabia que era a sua eleita. Mas isso fora no início, porque afinal ela era apenas a outra e era assim que se sentia. Sentia-se a outra cada vez que estava com ele e tocava o telemóvel,   ele atendia e falava com a mulher fazendo planos de jantares e de fins-de-semana de que ela nunca faria parte. Sentia-se a outra cada vez que se deitava sozinha na sua cama  e queria estar com ele, sentir o seu calor e aquele aconchego, que ele estaria a dar à mulher.

Ele nunca lhe prometeu nada, nunca disse que ia deixar a família, que aquilo era algo mais que uma relação sexual, sabe que ela está sempre pronta para ele, alguém que dá  colorido e picante à sua rotina mas que não passa disso, porque ele nunca vai deixar a  segurança da sua família, pôr em risco os privilégios de pai babado. Prescindir de  qualquer das mulheres da sua vida para quê, se pode ter ambas?

Agora ela está demasiado presa a ele e àquele sentimento, sente que o ama e que precisa dele, no íntimo tem esperança que ele se decida e que a escolha a ela, porque ela é melhor, mais quente, porque sempre que tem sexo com ele, ele lhe diz que ela é única e incrível. Mas será que ele diz o mesmo à mulher?...

Ela só sabe que agora tem finalmente alguém na sua vida, mesmo que seja em part-time. Mas no fundo, está presa porque tem medo da solidão e qualquer papel secundário lhe parece melhor que nenhum.

Conheço ambos os protagonistas desta história, assisto à carência e frustração dela e à satisfação dele, e abstenho-me de tomar partido.
 

Nai.

publicado por naiguata às 01:14
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

DEVEMOS FINGIR O ORGASMO?

 

 

Não pergunto na perspectiva das mulheres. Refiro-me ao ego masculino.
Aqui entre nós que ninguém nos ouve, o que preferem os homens? A verdade nua e crua ou a meiguice do fingimento?
 
Os meninos aguentam saber que estiveram a fazer contorcionismo em vão, ou por via das dúvidas preferem escutar uma mentirinha carinhosa? Ou caridosa?…
A verdade fere, mas de facto não se está a pôr em causa a famosa performance! Não se pode agradar a gregas e troianas, por mais que se tente.
Eles bem gostam de atirar com o apregoado lema de que “Até aqui ninguém se queixou!”,mas lamento informar que, por muito extenso e diversificado que seja o menu, lá por o livro de reclamações estar em branco nada nos garante que dominem na perfeição a arte de bem cavalgar toda a sela. Sim, queridos, elas não se queixaram, óptimo! E vocês juram a pés juntos que elas se contorceram de prazer! Lembro-me sempre da Meg Ryan a demonstrar isso!
 
Deixá-los ficar felizes, não é verdade? Para quê ferir susceptibilidades e ter uma discussão melindrosa por uma desastrosa “one night stand”? Sim, que aquele não nos volta a apanhar!
Ou para quê arruinar uma boa relação por causa de uma esporádica noite sem chama, marcada talvez pelo cansaço e pela rotina, que vai levantar todo o tipo de questões erradas porque um homem não consegue aceitar que nem sempre a dinamite explode com o maçarico?
 
Só relações sólidas, com boa comunicação e com parceiros maduros, abertos e inteligentes é que nos permitem ser sinceras e não fazer dum episódio um bicho-de-sete-cabeças.
De resto, se ainda não há intimidade suficiente para esse tipo de confidências mas há esperanças de a conseguir, é mentir-lhes, melhores noites virão!
Se são melgas e idiotas, é fingir, é mentir, é fugir, é inventar um filme completo!
A verdade fica reservada só para quem a merece.
 
 

 

sinto-me:
publicado por Pandora às 23:07
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