Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Sexo com humor

Fazer sexo é bom! Com amor, ainda melhor... e com humor?
A intimidade durante o acto sexual pressupõe alguma seriedade, portanto o humor parece não ter espaço, porém o mesmo acto pressupõe ser divertido.

 

Confesso que me faz espécie o sexo com diversão acrescida do parceiro, ou seja: quando este se ri (ei. uma boa gargalhada) de forma saudável!
Acho que me faz espécie porque o esperado são gemidos de prazer, gestos de ternura e/ou cenas com alguma conotação lamechas (mimos) bem sexuais. Não espero que haja uma "gargalhada", reflexo de alguma tirada ou piropo bem divertido, porque se era um piropo conscientemente engraçado, a ideia não é rir, mas colocar uma pitada de bom humor e, consequentemente, boa disposição.

Enfim, o certo é que a gargalhada - se exagerada - mata o ambiente. Não é uma regra, mas dependendo do estado de espírito, pode contribuir para um esforço sôfrego na performance. Como exemplo, dou a minha experiência, na qual é recorrente nos preliminares haver uma resposta, digamos, demasiada divertida. Se por um lado gosto, por outro fico com a ideia que "ela" não está nem aí para o sexo. Bom, isto não se aplica, se também estiver claramente divertido, óbvio!

 

Seja como for, se houver quem se incomode com estas coisas, parece-me que não é conversa nem expõe a sua posição. Consequentemente, parece que os parceiros ignoram se incomoda ou não. E depois lembro-me de casos possíveis em que o parceiro desata a rir porque se lembrou de algum disparate, rindo-se de forma involuntária durante o acto.  Já para não falar dos orgasmos acompanhados de valentes gargalhadas... porque não se consegue evitar. E isto parece-me ser a gota d'água! Ou há seriedade e rigor, ou então mais vale brincar com a mão... estou a fazer birra, não estou?

AlfmaniaK

sinto-me: Crap!
publicado por AlfmaniaK às 10:53
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Não importa... o tanas!

Que se destaque o tamanho... das mãos!

David de Michelangelo

Preâmbulo:

Tu que me lês: o que falo do meu falo é meramente hipotético. Quando considerares ou extrapolares as medidas do meu falo, fá-lo com o distanciamento devido à analogia de um falo perto de ti!

 

Sou homem. Enquanto homem sempre temi que as dimensões da minha masculinidade não fossem as melhores. No entanto, este preconceito dissipou-se, antes dos meus verdes anos, quando ouvi uma fulana, amiga, e dada a muitas cambalhotas, dizer: “O que importa não é o tamanho da varinha de condão, mas a magia nela contida”.

Para bem dos meus receios tomei aquilo por uma verdade suprema. Desde então aos meus olhos, a minha masculinidade tinha uma dimensão fabulosa, pois magia num puto adolescente há várias vezes ao dia!

 

Cresci!

O certo é que continuei a ouvir a mesma coisa ao longo dos tempos. Conversas cruzadas, experiências partilhadas, aventuras caladas... e o mote é sempre o mesmo: o tamanho não importa!

Vejamos uma coisa: eu não sou parvo! Mas não importa o quê?

Porque é que é do interesse do homem que a – sejamos bonitos e fofos – vulva seja apertadinha? Porque o sexo, daquele sem marca, resulta de uma boa fricção. O comprimento até pode ser desagradável para algumas e para outras nem por isso, mas um pénis grosso é de todo importante! E se não é, corrijam-me a ignorância! É que se, por ventura, tentar usar um dedo no lugar do pénis, sem recorrer às suas articulações e genica, duvido que haja alguém que se maravilhe! Como se não bastasse, ainda se fala nos tamanhos dos seios como se fosse possível comparar os efeitos. O tamanho visual é consideravelmente passivo no acto!

A cópula depende em muito da fricção, do calor, da humidade... do contacto possessivo! A magia é para encher... o que a penetração/fricção não preenche (e aqui sim, os dedos são varinhas de condão)!

 

Portanto não me atirem com disparates como “o tamanho não importa”. Não é uma coisa relativa porque, a meu ver, importa para os dois – ou mais... depende. E quanto mais depressa se reconhecer o tamanho, mais depressa nos tornamos nuns Merlins na cama!

 

AlfmaniaK

 

sinto-me: Sem tabus...
música: Gilette - Short dick man
publicado por AlfmaniaK às 23:00
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