Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Orgasmos múltiplos

Diz a Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Orgasmo):

 

"Orgasmos múltiplos ocorrem em alguns casos onde a mulher não tem um período de refração, ou ele ser muito curto e, portanto, experimentar um segundo orgasmo logo após o primeiro; algumas mulheres podem até ter uma sequência de orgasmos consecutivos." 

Da tão antiga conversa de adolescentes aquando das suas primeiras experiências sexuais, sobre se atingiram ou não o orgasmo, a resposta quando se questionam, é indiscutivelmente: "Não atingiram". Claro que, se o orgasmo se dá, a pessoa não fica na dúvida... sabe que teve um orgasmo! Assim se processa a coisa no que respeita a orgasmos múltiplos! Ninguém fica a pensar se já teve ou não orgasmos múltiplos... porque se já teve, sabe-o!

 

Para alguns homens, este é um assunto que pode provocar uma certa inveja... (meus amigos, vocês fazem xixi em pé em jacto direccionado ok!? Não se pode ter tudo!!) O que acho curioso, é que haja mulheres adultas, que troquem impresões sobre o assunto na esplanada do café, algumas das quais comentanto que nem sabem se já tiveram ou não orgasmos múltiplos porque quando têm relações com o parceiro é tudo tão intenso que nem conseguem perceber quando começa e quando acaba o orgasmo! What??? Oh minhas senhoras... leiam, documentem-se, aluguem filmes se preciso for, mas por favor não continuem na ignorância!

Para os homens, pelo menos alguns, constitui foco de inveja que as mulheres possam ter mais prazer que eles numa relação sexual, por conseguirem atingir o orgasmo várias vezes seguidas. Mas será que o prazer é superior?

Não faço ideia! Será que a intensidade do orgasmo feminino é comparável à do orgasmo masculino? Será que o facto de nós mulheres termos a possibilidade de ter vários orgasmos em simultâneo perdemos no que respeita à intensidade do dito?

Não estou assim a ver uma forma expedita de podermos estabelecer padrões e podermos de alguma forma avaliar a intensidade do orgasmo masculino vs orgasmo feminino... mas não deixo de ficar a pensar nisto...

Ainda assim, eu cá... mesmo correndo o risco de perder na intensidade... prefiro os orgasmos múltiplos, ok?

 

 

 

 

sinto-me:
música: Sexual healing - Ben Harper
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publicado por gajainfiel às 16:51
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Sábado, 18 de Outubro de 2008

Sexo: Sempre ou nem por isso?

Closed!

 

 

 

Quanto tempo conseguimos viver sem sexo? E o conceito "viver" não é um eufemismo!
Pessoalmente fico doido se pensar que vou ter um período de abstinência forçado... mas isto sou eu, cujo record de abstinência após a "1ª vez" está na ordem das quatro semanas... e isto porque fui pai! Em todo o caso, foi uma tortura.

Coloco esta pergunta porque desconheço quanto é que uma pessoa "aguenta" sem sexo, já que não tenho noção realista da coisa. Já ouvi pessoas falarem em 3 anos (e não acreditei)... mas depois lá entendi que de facto, isso pode acontecer.

Consequentemente pensei se por estar tanto tempo sem... enfim... coiso, se a pessoa se deixa ficar mais receptiva a qualquer peixe que caia na rede! Principalmente no que toca ao sexo feminino. Actualmente não será aplicável a muitas mulherzinhas, mas ainda as há que fazem questão de escolher. E fico com a dúvida, se dadas as curvas da vida, ficar muuuuito tempo sem... enfim... coiso, se fica receptiva a qualquer... enfim... coisa!

E além disto, outras questões se levantam... a abstinência forçada e a infidelidade? As bonitas greves de sexo? Como é? E os tímidos ou menos corajosos, como se safam?

Então pergunto: Quanto tempo se "consegue viver" sem sexo, e se durante esse período de seca, o conceito "open minded" não ganha um novo fôlego, permitindo ao visado/a a aceitar saciar a fome com um ou uma qualquer?

Claro que parto do princípio que não estou a perguntar a assexuados em potência!

sinto-me: Ignorante
publicado por AlfmaniaK às 03:33
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Não importa... o tanas!

Que se destaque o tamanho... das mãos!

David de Michelangelo

Preâmbulo:

Tu que me lês: o que falo do meu falo é meramente hipotético. Quando considerares ou extrapolares as medidas do meu falo, fá-lo com o distanciamento devido à analogia de um falo perto de ti!

 

Sou homem. Enquanto homem sempre temi que as dimensões da minha masculinidade não fossem as melhores. No entanto, este preconceito dissipou-se, antes dos meus verdes anos, quando ouvi uma fulana, amiga, e dada a muitas cambalhotas, dizer: “O que importa não é o tamanho da varinha de condão, mas a magia nela contida”.

Para bem dos meus receios tomei aquilo por uma verdade suprema. Desde então aos meus olhos, a minha masculinidade tinha uma dimensão fabulosa, pois magia num puto adolescente há várias vezes ao dia!

 

Cresci!

O certo é que continuei a ouvir a mesma coisa ao longo dos tempos. Conversas cruzadas, experiências partilhadas, aventuras caladas... e o mote é sempre o mesmo: o tamanho não importa!

Vejamos uma coisa: eu não sou parvo! Mas não importa o quê?

Porque é que é do interesse do homem que a – sejamos bonitos e fofos – vulva seja apertadinha? Porque o sexo, daquele sem marca, resulta de uma boa fricção. O comprimento até pode ser desagradável para algumas e para outras nem por isso, mas um pénis grosso é de todo importante! E se não é, corrijam-me a ignorância! É que se, por ventura, tentar usar um dedo no lugar do pénis, sem recorrer às suas articulações e genica, duvido que haja alguém que se maravilhe! Como se não bastasse, ainda se fala nos tamanhos dos seios como se fosse possível comparar os efeitos. O tamanho visual é consideravelmente passivo no acto!

A cópula depende em muito da fricção, do calor, da humidade... do contacto possessivo! A magia é para encher... o que a penetração/fricção não preenche (e aqui sim, os dedos são varinhas de condão)!

 

Portanto não me atirem com disparates como “o tamanho não importa”. Não é uma coisa relativa porque, a meu ver, importa para os dois – ou mais... depende. E quanto mais depressa se reconhecer o tamanho, mais depressa nos tornamos nuns Merlins na cama!

 

AlfmaniaK

 

sinto-me: Sem tabus...
música: Gilette - Short dick man
publicado por AlfmaniaK às 23:00
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